"E consciente disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome." (Lucas, 15:17)
Abandonar determinados locais, empregos, núcleo familiar ou determinado grupo social é de livre arbítrio de cada criatura humana. Agora, assumir a responsabilidade deste ato - bem como suas consequências - é dever deste também.
São os chamados "filhos pródigos" não encontram-se somente nas questões financeiras. Encontramo-los em quaisquer ramo das atividades humanas exercendo atividades diversas.
Na ciência, vemo-los preocupados somente em desenvolver tecnologias, não importando como, onde e a que fim serão empregadas - mesmo sendo este fim obscuro - a frieza acompanha suas atitudes.
Observamo-los também, na educação, entre os promotores da saúde, política e até mesmo nas religiões; onde o púlpito é uma espécie de palco para seus desvaneios. Assim vem caminhando a humanidade, desde priscas eras.
A boa notícia é que, entre os corações puros, também existem os filhos pródigos da verdade e do bem - mensageiros do Cristo Galáctico - diante do sofrimento e aflições, que acometem os corações humildes - rumo a Porta Estreita - com Fé, confiança e esperança em Deus, tem as palavras consoladoras e carreadas de amor desvelado, aliviando os corações e as dores da alma aflita.
Bendito seja Deus e seu Filho Jesus! Misericordioso Pai Eterno que sempre envia até a Terra, estes Filhos Pródigos do amor e do bem; para consolar e instruir os corações, que antes exclamavam aflitos: "Quantos trabalhadores pequeninos guardam o pão da tranquilidade, enquanto a fome de paz tortura o meu Espírito!"
Muita Paz.
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