quinta-feira, 29 de junho de 2023

FÍSICA UNIVERSAL.

 "E curem os enfermos que nela houver dizendo-lhes: É chegado a todos o Reino de Deus." - Jesus. (Lucas, 10:9)  

                      

                                          A palavra "enformo" aqui, não somente define os males que podem atacar o corpo físico. É sabido que toda doença, tem seu início, no perispírito, para depois somatizar em nosso corpo. No entanto, os piores males que podem atacar-nos, inicia-se em nossa casa mental, contaminando também, nossos sentimentos; que tornando-se - como que desertificados - desarmoniza nosso comportamento. 

                           Então, é necessário não somente, a regeneração do veículo em que nos expressamos; principalmente o corretivo espiritual. 

                           Todo esforço das criaturas, em livrar-se da doença que o aflige e o faz sofrer é válido. Porém, mais importante ainda é a conscientização de que - se recebeu a bênção da saúde - é para bem empregá-la na própria evolução; fazendo a si próprio todo bem que puder. E QUANDO POSSÍVEL, ao semelhante. 

                           Apesar de toda incompreensão ocultada nas moléstias - quer seja na alma ou no corpo - depois de conquistada a cura, somente daremos continuidade à saúde se, mantivermos a sintonia com o Bem Maior; e as boas obras. 

                           E, Jesus recomenda que trabalhemos - sempre que pudermos - em nome do Bem e amor ao próximo. Não olvidando que - em primeiro lugar - este próximo, está em nosso próprio lar.

                           O Criador, não nos deu a saúde, somente para esbanjá-la, ao nosso bel prazer. Ou quando a harmonia celular fosse atacada, pelos nossos desejos viciados? Se o enfermo pretende realmente a recuperação de suas energias vitais, deve também, rever todo o seu comportamento - valorizando pensamentos e atitudes - com vistas, nas experiências edificantes e úteis ao semelhante. 

                           Existem também, aqueles que - enquanto sofrem com as doenças - lamentam a impossibilidade de continuarem com os próprios desatinos a que estavam acostumados. Quando deveriam ansiar a vitalidade, em prol da prática, dos sagrados fundamentos da vida.

                           Conhecemos dois tipos de doentes: Aqueles que lutam para voltar a vitalidade de antes - e assim darem continuidade com o próprio processo evolutivo - e aqueles que fazem de sua comorbidade, uma forma de manter a condição de vítima do universo. 

                           Curar as doenças que aflige as criaturas é bênção de Deus. No entanto - em primeiro lugar - temos que entender que, existem aquelas criaturas - embora enfermas - não desejam a cura. Não olvidemos que Jesus, antes de curar um enfermo, sempre perguntava: "Desejas realmente ser curado?" 

                           Depois de curar o enfermo, o Mestre também dizia: "Tua Fé te curou! Vai, e não peques mais." 

Muita Paz.

                            



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