"Mas nós que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos." - Paulo. (Romanos, 15;1)
O Cristão não acredita no Deus Único e Verdadeiro, para ficar infinitamente em contemplação. Para que os homens aprendessem a serem fraternos, humildes, e perdoasse as ofensas recebidas dos fracos de Espíritos, aprendendo a praticar o bem, veio até este vale de misérias, o Cristo Redentor.
Ensinou o Mestre que, sua seara de amor, é trabalho constante, em prol do mais fraco - como afirmou Paulo - e renunciarmos aos agrados que porventura, venham até nós. A porta estreita da redenção, não é feita de adornos para o nosso ego apreciar.
Receber o misericordioso auxílio do Cristo de Deus e recusar sua convocação à oficina redentora, é testemunho de extrema ignorância. Estar junto ao Cristo é trabalhar em prol do Reino de Deus na Terra.
Assim, os templos de pedra, estão sempre cheios de almas vazias e perdidas; vivendo - como que no vale de maravilhas - em uma infinita ação contemplativa, desertores das oportunidades e serviços, na seara do Bem Maior.
Tenhamos a devida compreensão da atitude destas criaturas - ainda prezas - pelos grilhões da ignorância e do fanatismo. Que ainda não conquistaram o senso de realidade, pela própria inércia psíquica.
É importante que cada cristão que se preze, tome seu instrumento de trabalho - buscando a tarefa que lhe cabe - e aja em nome do bem, em todos os setores da vida. Muitos dos reencarnados, podem alegar ignorância, a respeito das verdade espirituais.
Mas, o verdadeiro cristão - espiritualizado e consciente - de que não é fraco e nem miserável da misericórdia do Senhor, parte sempre para ação.
Muita Paz.
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