"Porque é melhor que padeçam fazendo o bem - se a vontade de Deus assim o quer - do que fazendo o mal." - Pedro. (I Pedro, 3:17)
Se viemos ao plano físico para cumprirmos um resgate - compromisso este assumido ainda na erraticidade - além de ser penoso, também não é tarefa fácil, por que iríamos adquirir mais ônus - perante a Lei Divina - e com sofrimento?
Como disse o amoroso discípulo de Jesus, se temos que enfrentar nossas concupiscências - com sacrifícios e renúncias - que seja em nome do Bem Maior. E não comprando mais confusão, ouvindo as sugestões diabólica, do "deus" antropomórfico; o pai da mentira.
Quando aceitamos as sugestões do mal - que são sempre sutis - na forma de sensações efêmeras para o corpo de carne, isso pode tornar-se como que um vício; que irá acompanhar-nos, até aos últimos dias de nossa existência terrestre.
Ao manifestarmos o resultado de nossa vinculação com o "deus" antropomórfico - tal como a cólera e a ambição - por exemplo, estaremos envenenando nosso Espírito, que logo manifestará no corpo físico, em forma de variadas enfermidades. Prejudicaremos o estômago, com o vício da gula, a mente com pensamentos e atitudes menos dignas, a língua, com a materialização de tudo que proceder da "zona pantanosa" de nossa mente. E assim por diante, em todos nossos atos.
O melhor para o nosso processo evolutivo é cumprirmos com fé e confiança no Cristo Galáctico, nosso resgate até o momento final. Gastemos nossas melhores possibilidades a serviço do Cristo de Deus, com bom ânimo e destemor empenhando-lhe nossa vida.
Enquanto os seres humanos mantiverem sua sintonia com o pai da mentira e das abominações, permanecerão como seus escravos. Tudo que receberam dele é falso e enganador. Porque bens materiais, não poderão ser levados para o outro lado da vida. Pois, para o Espírito dilacerado no Bem Maior e para a lâmpada que apagou no dever iluminativo, é reservado destino de Luz.
Muita Paz.
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