"Que queres? Irei ter convosco com vara ou com amor e Espírito de mansidão." - Paulo. (I Coríntios, 4:21)
O próprio convertido de Damasco, já às portas da referida cidade, houvera experimentado de início de sua nova jornada, a dura experiência da vara. Pois a mesma, viera na forma de uma cegueira, que persistiria o tempo bastante, para que o futuro apóstolo dos gentios, fizesse a necessária reflexão de sua antiga vida, enquanto Saulo; o apaixonado rabino de Jerusalém.
Mau sabendo ele, que dali para frente o Paulo, renovado em Cristo Jesus, experimentaria acerbos sacrifícios e duras lutas; na própria iluminação e consequente difusão da Boa Nova do Reino de Deus.
Isolado no deserto - e assimilando as letras evangélicas - o novo Paulo trabalhava no tear e ao mesmo tempo em que seu Espírito ia absorvendo extasiado, a Luz imperecível, do Evangelho do Amor Universal.
Não é sem razão, que em todos os núcleos consagrados a Boa Nova, sempre reinará as vibrações iluminativas de amor e paz, dos ensinamentos do Mestre Jesus; o Cristo Galáctico. Nosso guia e modelo de Perfeição.
Pela sua misericórdia, enviou os seus precursores; abnegados mensageiros do bem, que junto aos homens, ensinaram o santificante socorro espiritual, segundo as circunstâncias e necessidades de cada povo e em todas as épocas.
Em nenhum recanto humano da Terra, faltaram os legítimos enviados do Bem Maior. Assim, sempre os seres humanos foram atendidos, com promessas, revelações e realizações, para que mantivessem firmes, sua psique e seu Espírito. Dependendo de cada criatura humana, a assimilação ou não, destas bem-aventuranças.
Então, o neófito - cada um no lugar de sua competência - recebe o programa de trabalho que cabe-lhe executar diariamente. A escolha é particular; se leva avante a responsabilidade assumida ou se foge ao testemunho; aceitando as provocações e sugestões trevosas do "deus" antropomórfico.
Renegando o testemunho iluminativo, deve semelhante anomalia, à própria vontade paralítica. É possível, que nestes momentos - o neófito ocioso e pedinchão - ouvirá as palavras do Mestre, sem intermediário a pronunciar:
"Que quereis? Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão."
Muita Paz.
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