"Assim é que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." - Paulo. (II Coríntios, 5:17)
Existem aqueles que se intitulam cristãos, porém quando oram, seu objetivo é o atendimento de interesses puramente materiais. Achando que a espiritualidade maior, encontram-se ao seu dispor.
Esta é uma postura mental grave; visto que no caso, o ego adâmico fala mais alto, que qualquer interesse fraterno, desta criatura equivocada.
Se estamos com o Cristo de Deus, é para renovarmo-nos - como lembrou-nos Paulo - para uma mudança efetiva; pois nova criatura agora somos.
Os nossos interesses puramente particularistas, resolvê-lo-emos, em nosso íntimo; mediante a lógica, razão e o bom senso. Sempre, dentro dos três crivos: Se é verdade, se é bom, e se é útil. O que extrapolar isso, procede do pai da mentira.
Temos sim, conquistar a "inteligência emocional" para atingirmos o objetivo verdadeiramente cristão, perante o semelhante. Porém, o Mestre, jamais aprovou acordos, com entidades procedentes das sombras.
Ao contrário, sempre lembrou aos discípulos, que todo cuidado é pouco, com o mal do mundo. "Eis que vos envio, como ovelhas, no meio de lobos."
Que o crente não se engane, qual o caminho que lhe compete trilhar.
A renovação está com o Cristo de Deus. Nossos reflexos condicionados do passado, devem ser queimados, no fogo renovador do Evangelho; em sua prática, na seara do Mestre.
O crente consciente, não é insensato; a ponto de usar o nome do Mestre Divino, para a justificação dos erros antigos.
Quando alguém, utilizando-se de um púlpito, mesmo com boas intenções; se não tiver a boa palavra, acompanhada da necessária renovação íntima - ainda escravo em cadeias - estejamos certos de que esse irmão, não conseguiu a penetração no santuário de amor, do Cristo de Deus.
Muita Fé.
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