"A vida de um homem não consiste na abundância das coisas que possui". - Jesus. (Lucas, 12:15)
NEM SÓ DE BENS MATERIAIS viverá o ser humano. Aristóteles, dizia que: "Amor é valorizar o que já temos". A maioria de nós, não sabemos contentar, com aquilo que temos e que também, é o suficiente para vivermos.
Podemos ajuntar vasta quantia de bens materiais! E, quando abandonarmos o vaso físico? O que faremos desta mina, que a traça come?
Não seria melhor, acumularmos, bens imperecíveis? Morais e intelectuais? Pensemos seriamente nisso! O tempo, está acabando!
Dentre nossos projetos, quais realmente nos eleva até Jesus iluminando-nos e dando-nos a oportunidade em galgar os degraus evolutivos? A maioria responde: NENHUM!
Fomos adestrados; e não educados para a vida. A maioria não tem condições psíquica e espirituais, para elaboração, de um ideal espiritual, para a própria vida. Porque não conhece a questão espiritual.
As organizações religiosas profissionais, não dão suporte, aos seus seguidores para tal. Porém, toda religião é boa para seus seguidores.
Pode até conservar ideais de perfeição; no entanto, estará atento, aos nobres princípios o qual é portador? Pensemos nisso!
Escreveu, centenas de páginas! Mas, de que realmente trata o seu conteúdo? Que bens morais, poderá agregar? E os longos anos, que viveu, no corpo físico; o fiel da balança de sua vida, pendeu para o Bem Maior ou não?
E, a respeito dos amigos que conquistou? Tem o mesmo ideal e comunga com o mesmo conhecimento? Caso contrário, são somente, coleguinhas das boas horas.
A paz e a felicidade relativa - pois a verdadeira não é deste mundo ainda - foi o resultado de nossas boas obras, em prol do bem e amor ao próximo? Ou é mentirosa?
Não ajuntemos e preocupemos, somente com a mina lucrativa! Mobilizemos com o máximo critério, os recursos materiais - e porque não - psíquicos e espirituais, que a providência Divina, nos legou por méritos, em nossas mãos.
O Senhor da Vida, não identifica ninguém, pelos bens materiais conquistados, pelas bênçãos retidas e pelos anos no corpo material. Mas, sim, pelo bom aproveitamento e o útil e fraterno emprego; bem como, pelas realizações e obras que legamos, em torno de nossos próprios pés.
Muita Paz.
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