domingo, 18 de maio de 2025

REFLEXÕES SOBRE O JARDIM DO ÉDEN. (P - 1)

                                       Os fatos - que aqui serão narrados - tiveram seu início, ao que está posto no Antigo Testamento - no Livro de Gênesis - escrito por Moisés; cujo capítulo é chamado de: Jardim do Éden. Os fatos que se desenrolaram nesse capítulo, cuja narrativa é de uma forma simbólica, na maior parte de sua narrativa. 

                                 Este simbolismo utilizado por Moisés, deu-se ao fato de, as pessoas do seu tempo, serem totalmente desprovidas, daquilo que, nos dias atuais, chamamos de informação. Sendo assim, todo conhecimento - naqueles tempos antigos - era passado através, ou de pergaminhos - que eram feitos da pele do carneiro - ou através do chamado "Papiro"; que era extraído de um vegetal, que brotava as margens do rio Nilo, no Egito. 

                             Portanto - tanto o Pergaminho quanto o Papiro - eram muito caros; sendo que, somente as classes abastadas, tinham condições para comprá-los e também, condições para pagar um escriba e um mestre, para ensinar a ler e escrever; tanto nos Pergaminho quanto no Papiro. Posto isso, podemos concluir, que todas as narrativas - tanto históricas quanto religiosas - eram transmitidas oralmente, para a maioria pobre da população. 

                           Portanto, ao analisarmos as questões contidas no "Jardim do Éden", temos que "tirar o espírito da letra"; pois a letra "mata", mas o espírito vivifica". 

                            Vamos analisar todas as questões, com Lógica, razão e bom senso; e também se, existe razão, verdade e utilidade. Não olvidando de, sempre manter o equilíbrio, ENTRE RAZÃO E SENTIMENTO. Para não cairmos no sentimentalismo e muito menos, no misticismo. Sempre tentando decifrar os variados códigos, da narrativa simbólica de Moisés. Começaremos desde o início! Quando Adão e Eva, aparecem como figuras centrais, do Jardim do Éden. 

                        Todos estes assuntos, e outros tantos, contidos na Bíblia, foram discutidos com um grande estudioso desses assuntos, e também um grande Amigo. Com ele, através de conversas e estudos, aprendemos a descobrir, o que sempre foi ocultado - desde o chamado "Concílio de Nicéia" - onde foram decididos os pilares da igreja católica romana. 

                       Desde então, tudo foi ocultado, do chamado "vulgo"; que não fosse eclesiástico romano. Mesmo porque, a chamada primeira "vulgata" ou tradução, do Novo Testamento, foi traduzido para o Latim; que era falada no império romano, a mando do imperador Constantino; que também conduziu o "Concílio de Nicéia".  

                     Com o passar do tempo, a Bíblia foi traduzida, para variados idiomas; e cada vez que era feita uma tradução, os interesses religiosos e políticos, influenciavam os tradutores. Por isso mesmo, o trabalho de entendimento bíblico, deve ser feito - principalmente através da intuição - não olvidando o equilíbrio entre "RAZÃO E SENTIMENTO".  

                     ASSIM, TENTAREMOS DESCOBRIR O QUE ESTÁ OCULTADO A VÁRIOS SÉCULOS. E, dessa forma, encontrar as verdades, reveladas pelos mensageiros do Cristo Galáctico; verdades estas que - apesar de todo o simbolismo - utilizado por Moisés, devido a ignorância da época, as revelações foram mal interpretadas - segundo interesses obscuros - com vistas a satisfação de organizações religiosas profissionais e interesses políticos, bem como os interesses financeiros, através das eras. 

                  Assim, a Bíblia em geral, tornou-se de difícil compreensão - mesmo sendo traduzida aos respectivos idiomas, das nações cristãs. Apesar de todo o simbolismo utilizado por Moisés e os profetas, - pois o populacho era analfabeto - e devido as circunstâncias e necessidades da época - tudo era escrito em pergaminhos ou papiros; além de caros, eram também de difícil manufatura. Tudo era escrito, pelas mãos dos chamados, "escribas"; profissionais treinados e dedicados, a este trabalho de extrema importância e prestígio, em sua época. 

             Com o passar do tempo e com variadas traduções tendenciosas, segundo interesses vários, o livro sagrado, foi sendo interpretado ao que chamamos: "AO PÉ DA LETRA"; principalmente por organizações religiosas profissionais e seus anexos. (Escolas, mosteiros, conventos dentre outros tantos)

             Tudo isso, sob os auspícios do "deus" antropomórfico ou Lúcifer. O pai da mentira e enganação. Com raras exceções; muito difícil de serem encontradas - devido a fiscalização - dos escravos das entidades malignas, que logo após as traduções, faziam uma revisão das mesmas. 

              A ação primeira dessa Potestade do mal, por excelência, opositora, inimiga, do Cristo de Deus, inicia-se logo após ter chagado ao planeta Terra - vinda deportada do planeta Capela - situado na Constelação de Cocheiros. Liderou a primeira leva de Espíritos degredados do referido planeta. Trazidos até a Terra, pela Misericórdia do Cristo Galáctico para uma nova oportunidade de redenção; no novo planeta em sua faze ainda primitiva, pelo Cristo - Senhor da Galáxia - sendo o Construtor da Terra. 

Continua.    

              

                     

                            

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