quinta-feira, 14 de agosto de 2025

REFLEXÕES SOBRE O JARDIM DO ÉDEN. (P - 81)



Produzir Frutos. (Lucas, 13:6-9)   


Dizia-lhes esta parábola: "Alguém tinha uma figueira plantada em sua  vinha e veio procurando frutos nela, e não encontrou.     

Disse, então, ao viticultor; que havia três anos estava procurando frutos, nesta figueira, e não encontrou. Corta-a! Para que deixar inativa  a terra?    

Respondendo-lhe, disse o viticultor, para deixar  que ele, cavasse em torno da árvore e pondo adubos, certamente dará frutos, no futuro; mas se, não acontecer, cortá-la-ás".     

                                    Anteriormente, Jesus havia ensinado, sobre a necessidade de cuidarmos de nossa mente, para  que a mesma não ficasse inativa e a mercê de ataque das  trevas. Com essa pequena parábola, o Cristo exalta-nos, sobre a necessidade dos cuidados; e além de vigiar; também, o trabalho ostensivo da produção dos "Bons Frutos", bem como, a urgência dessa  atitude.    

                          Uma explicação é necessária! Da importância desse vinhedo, junto àquela sociedade em que, Jesus viveu, como "Filho do Homem". Na Palestina, era comum a plantação de figueiras. Porém, era comum também, o total aproveitamento dos terrenos, para que a produção, fosse a melhor possível.    

                         Então, quando o proprietário da plantação - observando que determinada figueira - não estava produzindo frutos, 

determina que aquela figueira fosse cortada imediatamente. No entanto, aquele profissional - denominado viticultor - que cuidava daquela plantação, alegou que, poderia tentar técnicas, fazendo com que aquela árvore estéril, desse frutos.    

                        Trazendo esses exemplos simbólicos - para o campo humano - podemos ver, com olhos de ver que, não basta apenas as atividades materiais, em nossa vida, no corpo de carne. Não desdenhando a importância das lutas, para nossa subsistência, também, não podemos negligenciar a urgência do trabalho espiritual, em benefício do "Eu" interior. Iluminando nossos sentimentos; para que, nossas sombras, sejam igualmente (Adubadas) iluminadas, com a Luz do Cristo de Deus.   

                      E, o resultado dessa "adubagem" - em torno do 'ego'; são as atividades, na seara de Jesus; enquanto trabalhadores da última hora, sempre que formos convocados. Não olvidando da iluminação - através das palavras e exemplos - junto àqueles que porventura, estiverem próximos a nós.    

                    O senhor da vinha, recomendou a extirpação daquela árvore, por não produzir os frutos necessários. Desvendando a simbologia; são os provocadores das sombras, sempre a espreita, na tentativa de impedir que, possamos produzir os "frutos", do conhecimento espiritual e intelectual e a consequente prática dos memos, em prol dos semelhantes.     

                    Quando estes provocadores sombrios - devido as nossa sintonia - conseguem o seu objetivo, tornamo-nos estéreis de sentimentos; caindo no puro sentimentalismo e no "amor próprio"; próprio dos animalescos. Por isso, a importância da reeducação do nosso ego adâmico; para  que possamos equilibrar, sentimento e razão. Assim, estaremos em condição de aplicar, os bons "frutos", que geramos.    

                    A necessária adubagem, representa também, a Fé raciocinada - aquela que encara a razão - devido ao nosso equilíbrio psíquico-espiritual. Não olvidando também, da vontade, boa vontade, força de vontade e a persistência, em conquistar a renovação espiritual e psíquica. A CONSEQUÊNCIA, SERÁ  OS "BONS FRUTOS", QUE FORAM GERADOS. Não esquecendo, do aproveitamento, da maravilhosa oportunidade, da atual reencarnação e suas consequências benéficas; para o nosso processo evolutivo infinito. 

Continua!   

                     

                              

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