A Semente. (Marcos, 4:26-29)
E, dizia: "Assim é o Reino de Deus; como um homem, que lança a semente na terra e, durma ou desperte, de noite ou de dia, a semente germina e cresce; não sabendo ele como isso acontece.
A terra frutifica; primeiro a erva, depois a espiga, logo em seguida, o trigo na espiga.
Cada vez que entrega o fruto, imediatamente envia a foice; pois chegou a hora da colheita".
Mais uma Parábola do Cristo de Deus, utilizando outra "figura de linguagem", tendo a terra e a semente, como elementos simbólicos de seu precioso ensino.
O Semeador - o próprio Cristo - lança a "semente" representando o Evangelho do Amor Universal (Física Universal), no "terreno" dos corações, dos seres humanos infinitamente - através de eras cósmicas - pelos seus trabalhadores da última hora.
Aqueles - cujo terreno do coração - sendo fértil, os ensinos evangélicos do Mestre, dará forças à centelha Divina que é comum, no íntimo de cada ser humano, brilhando cada vez mais. Sinal de que os bons frutos - resultado do esforço próprio - de cada ser humano - em reeducar o ego adâmico, através de uma reformulação íntima, verdadeira e efetiva.
Erva, espiga, trigo e logo em seguida o pão! A brilhante luz interior; equilibrando sentimento e razão, como recomendou Jesus:
"Que brilhe a vossa luz, diante dos homens". (Mateus, 5:16)
Terminado esse ciclo de aprendizados e se, bem aproveitados, o "Neófito do amor", irá entregar-se à "foice". (Próxima reencarnação).
Agora, já "semeador"; na seara de Jesus - como emissário - indo também anunciar o Evangelho, para a formação de outros seareiros. Então, multiplicando os campos e semeadura da Boa Vontade, ensinarem outros, de coração aberto, a trilhar pelas veredas que os conduzirão ao Reino de Deus. Inicia-se com o brilho Divino, nos corações, das criaturas de Boa vontade.
Essa - pequena e singela Parábola - leva-nos a compreensão de um ideal de vida seguro; ao fazermos jejum de nossas concupiscências. Concluímos que, os ensinos de Jesus, é o único caminho, para descobrirmos a "Porta Estreita"; da REDENÇÃO.
CONTINUA!
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