terça-feira, 28 de abril de 2026

O QUE A CIÊNCIA ATUAL SABE SOBRE OS CANANEUS. (P - 1)


                            A ciência moderna, transformou, radicalmente nossa concepção, sobre a civilização cananeia. Deixando de vê-la apenas como "vilões bíblicos"; para entendê-los, como uma cultura influente e resiliente, do oriente médio. Veremos a seguir, alguns pontos que, a arqueologia genética, revelaram até 2026.     

1. Genética: Eles nunca desapareceram totalmente.   

                  Estudos genômicos de larga escala (como os publicados no American Journal of Human Genetics) mostraram que, ao contrário de relatos de extermínio total, esse povo sobreviveu, deixando um legado genético enorme.    

- Continuidade: Cerca de 90% a 93% da ascendência dos libaneses modernos, provém diretamente dos cananeus. 

- Herança Compartilhada: Tantas populações judaicas, quanto árabes modernos, compartilham mais de 50% de seu DNA, com grupos que viveram em Canaã, durante a idade do bronze. Isso sugere que, os grupos bíblicos, (hebreus, amonitas, moabitas) eram - geneticamente "primos" próximos - que compartilhavam uma origem comum.   

2. Origens Migratórias.   

                 A análise, de DNA de esqueletos, das cidades, como Sidon e Megido; revelou que os cananeus, foram resultado de uma mistura genética.  

    . Povos locais: 

      Agricultores que já habitavam a região.     

  . Migrantes do Norte:

    Por volta de 4.000 a 5.000 anos atrás, houve uma migração bem grande, de 

    pessoas, provenientes das montanhas de Zagros (Irã) e do Cáucaso. Essa 

    miscigenação criou, uma identidade genética, que hoje pode ser classificada 

    como cananeia. 

CONTINUA.

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