"Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis;(...)" - Paulo. (Romanos, 8:13)
Viver segundo a carne é "rastejar" no materialismo; segundo a simbologia da serpente no Jardim do Edem. Quando tornamo-nos escravos do materialismo e da satisfação dos sentidos e desejos. Tudo isso, para satisfazer a ambição e vaidade.
Aqueles que assim procedem, já não tem "vida" própria; porque viver na escravidão é como estar morto. Pensando que estão no comando, agem como zumbis; cuja mente funciona no monoideísmo.
E a mente dominada pela ideia fixa no poder e dinheiro, obedecem a Mamon. A cada passo, caminham para o abismo. Sua existência no corpo físico, é uma constante ilusão de liberdade, pois foi iludido e apanhado pelo seu ponto mais fraco; e assim, vendendo a alma em troca das migalhas materiais, as quais não poderá leva-las ao inferno consciencial a qual está destinado.
Os melhores candidatos a este destino, são aqueles que: Nos dias de provações, identifica-se mais com a revolta ao invés da aceitação.
No trabalho, onde tem a oportunidade da redenção, opta pela revolta e negação.
Nega-se a abrir a mente e o coração às afetividades e ao amor, por considerá-las empecilhos à própria ambição.
Diante da dor do resgate, torna-se intolerante e indisciplinado; e com olhos no próprio umbigo, nega o serviço em prol do semelhante. Nunca perdoando, pois isso é humilhar-se e demonstrar fraqueza.
Quando estende a mão, com a outra escraviza. Sua simpatia é apenas uma máscara, onde esconde a verdadeira e terrível face animalesca.
Pobre escravo! Que iludido, caminha ao lado do verdadeiro "senhor" das trevas; pensando que é o dono da verdade e do poder efêmero, que pensa exercer.
A estes, só nos resta as orações; rogando ao Cristo Galáctico, para que tenha misericórdia por estas almas perdidas na ilusão e no sono sem sonhos.
Se, optaram pelos prazeres e ilusão da matéria - rastejando - pensando estar comandando, em absoluta sintonia com o lado inferior da vida, nada poderá esperar do vaso físico, senão a tumba fria, sombras e sofrimentos que parecerão eternos.
Muita Paz.
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