"E para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, mensageiro de Satanás." - Paulo. (II Coríntios, 12:7)
A este "espinho" referido por Paulo, podemos chama-lo também de "válvula de segurança." São a nossa segurança, contra a vaidade; advinda das possíveis excelências de quaisquer dons mediúnicos; ou até mesmo uma inteligência privilegiada.
São todos dons, outorgados a nós pelo Criador; e deverão ser utilizados em nome do bem e amor ao próximo. Para que não venhamos a falir novamente, pedimos uma garantia em forma de aguilhão. Podendo ser qualquer comorbidade, que não deixa que a vaidade, nos leve ao abismo moral.
Podemos aceitar o serviço oferecido pelo Mestre, sem que nos sintamos o mais especial dos homens. Isso, é a misericórdia Divina, em nosso próprio bem; para que, através do trabalho na seara de Jesus, sejamos úteis.
Fazendo o bem, e ao mesmo tempo, ressarcirmos nossos compromissos perante as Leis Divinas. Porque, a maioria das criaturas humanas, são invigilantes e inquietos. Recebendo qualquer dom, logo pensam em tirar vantagens em benefício próprio; esquecendo-se da máxima da máxima do Cristo: "Dai de graça, o que de graça recebestes."
Muitos, seguindo as sugestões do "deus" antropomórfico, entregam-se às galerias da fama e do lucro menos duro. Porém, mais cedo do que esperavam, tudo rui como um castelo de cartas. Restando apenas um sabor amargo na boca e a consciência, acusando-o através da culpa. Isso é o INFERNO.
Preferível, a segurança proporcionada pelo ESPINHO. A garantia de estarmos seguindo pelas retas veredas do bem. Melhor e mais justo, servir ao Senhor - em qualquer tempo - na juventude ou velhice, na abundância ou na escassez. Sempre com ponderação e sem afetações.
De preferência no ostracismo. O importante é trabalhar em nome do Senhor e não em nome das vaidades efêmeras.
Sigamos o exemplo do apóstolo dos gentios; que já em idade avançada - falando aos coríntios - não olvidou de lembrar-lhes, a respeito do espinho; que lhe garantia o sucesso, na grande empreitada que abraçou. Para que não se exaltasse e fracassasse.
Muita Paz.
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