"Na verdade, é já realmente uma falta entre vós verdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes, a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?" (I Coríntios, 6:7)
O que Paulo que de Tarso, ensinou aqui, é algo que deveria ser praticado por todos que se declaram cristãos. Na maioria das vezes, tendo o necessário para viver, com conforto e reconforto e não está satisfeito.
Será que - como disse o apóstolo dos gentios - necessário a vivência danosa e a injustiça - para aprendermos a viver? Somente a instrução não é o bastante, para a conscientização? Será que, somente aprendemos diante da experiência dolorosa? Isso sim é ser recalcitrante!
Porém, Paulo falou uma verdade inquestionável! Nem sempre as demandas e disputas ferrenhas, entre as criaturas humanas, acontecem nos tribunais da justiça humana. Podemos observá-los com mais frequência, entre as quatros paredes nos lares dos homens.
Quantos conflitos originam-se, entre os relacionamentos de pai, mãe e filhos? Quantas guerras mentais silenciosas e rancores secretos. Ou discussões violentas - através de agressões e acusações - de ambos os lados.
Tudo isso, em nome de demandas e egos inflamados de orgulho, prepotência; dentre outras mazelas morais. Até mesmos entre os aprendizes do Evangelho, encontramos disputas de egos. Colocando em risco o bom andamento do trabalho, o qual se propuseram realizar.
Com esta atitude invigilante, abre-se uma brecha, nas frágeis defesas; que o "deus" antropomórfico logo aproveita. Visto que foi ele próprio, quem provocou tais descuidos, estimulando atritos e desavenças entre os descuidados.
A paz e a harmonia habitariam, nos lares e instituições, se os pretensos cristãos, aprendessem a falar quando necessário as palavras concisas e ouvir, quando a razão e o bom senso, assim o recomendassem.
Não estamos falando daqueles de coração árido; e sim, dos discípulos de Jesus.
O mundo seria totalmente diferente e mais avançado moral e espiritualmente se, os próprios cristãos, seguissem e cumprissem, com amor fraternal, o Evangelho do Amor. Alegrando-se e conscientizando-se de que é mero instrumento do Bem Maior.
Não aceitando as sugestões sombrias do pai da mentira, tornando-se em orientador arbitrário, dos ensinamentos do Cristo.
Muita Paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário