"Se alguém serve-me, siga-me". - Jesus. (João, 12:26)
Todo religioso - seja lá qual o núcleo a que pertença - espera o amparo consolador, a que esteja necessitado. No entanto, nem todo religioso, é bastante consciente para compreender que, a Lei de atração dos semelhantes, é Lei Imutável do Altíssimo.
Sendo assim, o tão esperado consolo, é o "subproduto" do atrito útil, das boas obras diárias, de nossa existência material. Como declarou, o próprio Mestre: "Meu Pai obra, e eu trabalho também."
Somos seres endividados! Perante as Leis Divinas. Ainda na erraticidade, comprometemo-nos, perante estas mesmas Leis Imutáveis, resgatar nossos compromissos na matéria; enfrentando a carga de dificuldades que nos cabe, e então, conquistar o devido ressarcimento.
Logo, a recusa destes compromissos - mediante a revolta e a não aceitação - da família e condição socioeconômica, causa-nos o processo depressivo.
Muitos requerem de imediato, o amparo a que acham-se merecedores; olvidando que para recebê-lo, antes temos que conquistar o direito de; valorizando o "Ser" antes do "Ter".
Caso contrário, estaremos abrindo uma brecha, para que o "deus" antropomórfico, pai da mentira, comece a dominar a nossa casa mental. (Mateus, 12:43-45)
A paz de espírito tão sonhada, não é como o alimento mundano, que sacia somente a fome do corpo físico, que um dia devolveremos à terra, para ser reciclado.
Esta paz, é conquista do Espírito; pela boa vontade - visto que a vontade - a maioria tem; boa vontade, força de vontade e persistência; e até mesmo renunciando a determinados desejos impróprios.
Não fiquemos na dependência do "ter"; valorizemos o que já temos; pois isso, também é uma forma de amor.
Confiemos e tenhamos a Fé raciocinada; no Cristo Planetário. Lembrando sempre de sua máxima:
"Se alguém serve-me, siga-me".
Muita Paz.
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