João, 7:25-26
Algumas pessoas em Jerusalém, começaram a comentar, se aquele homem que estava pregando no templo, não era o mesmo, que os judeus tentavam prender? Se ele sempre estava ali - às mãos de quem quer que fosse - por que não o prenderam? Isso porque, ainda não havia chegado a hora desse acontecimento.
No entanto, não sabiam eles, que estavam diante do construtor do orbe terrestre - o Cristo galáctico em pessoa - aquele que era unido ao Pai Celestial.
Alegavam eles também que, o Messias prometido, seria imediatamente reconhecido pelos sacerdotes; mesmo não sabendo de onde ele viria. No entanto, aquele que ali estava diante deles, todos conheciam a sua procedência! Não era ele o filho de José o carpinteiro?
Por isso estranhavam quando o Mestre dizia que, eles o conheciam e sabiam de onde ele viera; no entanto, não conheciam e nem aceitavam a sua Doutrina Libertadora. Isso porque - para que aceitassem - significava abandonar antigos preceitos e preconceitos.
Principalmente o culto ao próprio ego adâmico. Principalmente o orgulho, egoísmo, vaidade, prepotência, inveja, e principalmente humildar-se; diante daqueles que detenham a justiça verdadeira e praticam as verdades eternas. Que infelizmente - naquela sociedade - eram poucos.
Diante deles, estava aquele que detinha a maior autoridade - jamais vista e sentida - por nenhum outro povo da Terra. Sabiam de qual família e qual região procedia ele; porém - no íntimo de todos eles - recusavam-se, em reconhecê-lo, como o verdadeiro Messias.
O que realmente desejavam, era que matassem-no! Pois, suas palavras, cortava seus corações, bem mais que um punhal. Pois aquelas palavras desnudavam; o pior em seus corações. E, isso, os deixavam com um enorme sentimento de culpa e angústia; no coração de cada um que ouvindo estas verdades, as renegassem veementemente.
Porém, para um reduzido número de pessoas - além de seus discípulos - as palavras pronunciadas por aquele estranho e maravilhoso homem - soavam como o mais puro dos bálsamos. Além de alegrar e acalmar seus corações aflitos, também dava-lhes, uma esperança, nunca dantes experimentada por eles. Estes - além de saber quem era ele realmente - também eram unidos a ele.
Então, quando ele pronunciava determinadas palavras:
"Ainda por um pouco de tempo estarei com vocês; e depois vou para aquele que me enviou. Então, irão procurar-me e não me encontrarão e não poderão ir, onde eu estarei".
Aqueles que permaneciam em sintonia com ele estavam em paz - pois além de acreditar - também confiavam em tudo que ele dissera. Outros - que não queriam acreditar e não acreditaram - em momento algum, murmuravam e duvidavam, de tudo que ele dissera no templo e fora dele. Nem mesmo quando ele curava os cegos e paralíticos.
Para esta gente, o Messias de Deus, era apenas mais um feiticeiro qualquer. Por isso - até mesmo nos dias atuais - depois de centenas de reencarnações - ainda continuam negando e duvidando, das palavras do Cristo Galáctico; mesmo elas continuarem a ecoar - em toda a Terra - a mais de dois mil anos.
Muita Paz.
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