As obras que faço em nome de meu Pai, essas testificam de mim. - Jesus. (João, 10:25)
É ledo engano pensar que, somente nossos atos imediatistas - puramente terrestre e temporal - irão satisfazer a nossa consciência, logo após a nossa partida para a vida maior. É claro que, o cumprimento com os deveres - familiares, sociais, profissionais - também tem o seu valor.
No entanto, não podemos olvidar de que, nossos compromissos perante a Lei Divina não poderão ser novamente adiados - apesar de infinitas reencarnações - sob pena de violação da própria consciência. Mesmo porque, cada Espírito trará consigo, uma gama de responsabilidades e deveres morais, a serem cumpridos. Sendo sua marca registrada; o bem ou o menos bom realizado por ele.
A capacidade de realizar, é individual e intransferível! Sendo que este processo vem sendo desenvolvido pela nossa vontade, boa vontade e persistência - desde a aurora da nossa razão - entre erros e acertos, até o atual e derradeiro momento desta Transição planetária.
Tudo isso, pela eterna bondade do Criador, dando-nos oportunidades infinitas e indispensáveis, de realizarmos o Bem Maior, em seu Santo e Eterno nome.
Aqueles de posse de um mínimo bom senso e razão - não necessariamente religioso - mas com boa dose de estoicismo, compreenderá que, a afirmativa do Mestre - neste desiderato - é revestido de uma beleza inigualável.
Aquele que veio até nós com sua Doutrina Redentora, não estatuiu regras para a humanidade, sem que eLE próprio compartilhasse das dificuldades e empecilhos? Pelo contrário! Sem nada dever ou violar - tanto as leis humanas quanto as do Pai - foi cuspido, torturado e sacrificado no madeiro infamante.
Falou com os do ápice da pirâmide social e com os do meio; não sendo ouvido, procurando aqueles da base da mesma. Onde, entre enfermos, humildes e aflitos - conhecendo suas agruras - encerrou seu monumental trabalho entre dois ladrões.
É algo de extrema importância a ser pensado, por todos que desejam uma vida de facilidades e benesses; desde o amanhecer o dia, até as últimas horas da noite. Onde o processo inicia-se; como um moto perpétuo?
Lembremo-nos do Mestre e pensemos em nossa vida.
Muita Paz.
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